Atualize-se sobre tendencias e tecnologia Antecipacao criativa a unica forma de criar o inedito

Calçado do futuro

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A fabricante de sapatos ortopédicos Sols Systems apresentou o calçado do futuro: um sapato impresso em 3D, biomecânico, que ainda muda de cor! O ADAPTIV, foi apresentado em Nova York e tem este nome porque se auto-modela, se adaptando ao seu pé. O pisante estará em exposição no evento 3D Print design show em Nova york até o dia 19 de abril.

O termo wearables “computação vestível” ou “tecnologia vestível” refere a-se a uma nova abordagem da computação que diz respeito à interação homem-máquina, pela qual os dispositivos são diretamente conectados ao usuário. Estão nesta categoria os smartwatches, óculos inteligentes e roupas conectadas a sensores.
Nos da Threesale estamos bem adiantados nesse processo e podemos ajuda-los nesses desenvolvimentos. para os microchips desenvolvidos, faça contato conosco [email protected]

JEANS High Tech – QR Code & Wearables

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Empresas crian Jeans high tech. Um chip com QR Code virá integrado ao bolso da calça para funcionar como um cartão de visitas virtual.

 Internacional

O fabricante francês de denim Kaporal e a Buzcard firmaram um acordo para o desenvolvimento do chamado jeans conectado, que permite ao usuário passar informações de contato digitalmente. Um cartão de visitas em QR Code da Buzcard será integrado ao bolso esquerdo da frente da calça da Kaporal que o consumidor carregará com suas informações pessoais ao baixar um aplicativo. O chip permite que o consumidor transmita e receba contatos remotamente.

 

Jeans-High-Tech_Codigo_QR

Serão dois modelos de calças jeans conectadas, um masculino e outro feminino, que começam a ser vendidos nas 80 lojas da Kaporal na França a partir de maio, custando entre 94 e 100 euros.

TECNOLOGIA VESTÍVEL AVANÇA NA EUROPA

Um terço das empresas da região planejam incorporar algum tipo de dispositivo ao ambiente de trabalho ainda neste ano.

As empresas estão levando as tecnologias vestíveis mais a sério, segundo uma pesquisa conduzida no final de 2014 pela Ipswitch, desenvolvedora norte-americana de software de monitoramento de redes. O estudo avaliou como as organizações planejam adotar a tecnologia vestível [wearables] e quão preparadas estão. A pesquisa mostrou que um terço das empresas européias (aproximadamente 35%) planeja introduzir algum tipo de tecnologia vestível no ambiente de trabalho, ainda neste ano, e os dispositivos ficarão conectados à infraestrutura corporativa de tecnologia da informação.

O dado mais preocupante da pesquisa, segundo a empresa, é que apenas 13% das organizações afirmaram ter definido uma política para gerenciar o impacto das tecnologias vestíveis, mostrando que as companhias não estão avaliando os efeitos da massificação dos novos dispositivos no desempenho e na segurança das redes. A consultoria aconselha aos gestores rever as políticas de uso e segurança dos dispositivos trazidos pelos executivos para a empresa (Bring Your Own Device ou BYOD). Além disso, precisam saber quem está conectando quais equipamentos e para que o fazem e avaliar a capacidade da rede. E, independentemente dos equipamentos vestíveis serem de uso pessoal ou profissional, os ajustes às políticas e às infraestruturas corporativas serão obrigatórios.

O termo wearables “computação vestível” ou “tecnologia vestível” refere a-se a uma nova abordagem da computação que diz respeito à interação homem-máquina, pela qual os dispositivos são diretamente conectados ao usuário. Estão nesta categoria os smartwatches, óculos inteligentes e roupas conectadas a sensores.

Nos da Threesale estamos bem adiantados nesse processo e podemos ajuda-los nesses desenvolvimentos. para os microchips desenvolvidos, faça contato conosco [email protected]

Saiba mais em: http://www.threesale.com/

PREÇOS DE ROUPA DISPARAM

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PREÇOS DE ROUPA NO ATACADO DISPARAM

Por: Jussara Maturo – 01/04/2015
Troca de coleção para o inverno e alta do dólar podem explicar aumento expressivo do IPP do vestuário.

Se o indicador geral de preços ao produtor permaneceu negativo em fevereiro, como foi em janeiro, as roupas desgrudaram dessa tendência e os preços dispararam, mesmo comparando com fevereiro do ano passado. O IPP geral do mês foi negativo em 0,26% em relação a janeiro, informou o IBGE, que apresentou ontem, 30 de março,os resultados da pesquisa mensal. Já os preços de vestuário subiram 4,11% sobre o mês anterior, sendo o terceiro maior reajuste entre as 23 atividades monitoradas para o estudo. Só não foi maior que fumo (4,92%) e outros equipamentos de transporte (4,43%).

Até mesmo em relação a fevereiro de 2014, o aumento foi expressivo: 5,12%, mostra a pesquisa do IBGE. Janeiro foi mês de promoções e liquidação de estoque. Em fevereiro, aumentou o ritmo de lançamentos das coleções de inverno 2015 e a safra de pedidos que começam a ser entregues para abastecer as novas vitrines, condições que podem ter influenciado nessa alta. Pode também refletir a escalada do dólar sobre o real, que deixou as importações mais caras e o custo foi repassado. O reajuste no segmento foi grande e ainda mais surpreendente porque começou o ano em queda.

Pela análise do IBGE, camisas e camisetas, além de peças de malha para uso feminino, foram os itens que mais subiram o preço no mês, registrando aumento médio de 3,02%.

A indústria de produtos têxteis continuou a reajustar os preços, contudo, em ritmo mais contido do que ao iniciar o ano. Se em janeiro o aumento foi de 1,33%, o IPP de fevereiro na categoria ficou em 0,48%. A atividade manteve, assim, o perfil exibido no primeiro bimestre de 2014.

Segunda-feira, 13 de Abril de 2015
Fonte: http://www.gbljeans.com.br/noticias

Produtos Inovadores

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Nossos Trendbooks mostraram isto há mais de ano atrás.

Com a pulseira você pode fazer da sua pele a sua nova touchscreen. Leia seus e-mails, jogar seus jogos favoritos, atender suas chamadas, verificar o tempo, encontrar o seu caminho … Faça o que quiser em seu braço.

Veja como as coisas estão acontecendo rapidamente. Consulte a ThreeSale como podemos ajuda-los a desenvolver produtos tecnologicamente inovadores.

PRODUTOS INOVADORES & TECNOLOGICAMENTE ORIENTADOS

= WEARABLE =

“TECNOLOGIA VESTÍVEL”

Você que acompanha os nossos post aqui no Blog Threesale, certamente já deve ter se deparado com os termos “wearable technology” ou “tecnologias vestíveis”. A tradução direta para o português pode até parecer um pouco limitada ou estranha, uma vez que a categoria ainda está expandindo os seus horizontes. Entretanto, no que depender da indústria, os INVESTIMENTOS nesse segmento só tendem a aumentar. Já se fala em mais de 15 Bilhões de dólares em 2014.

Durante 2014, na maior feira de eletrônicos do mundo, realizada em Las Vegas, nos Estados Unidos, praticamente todas as grandes empresas do mercado apostaram em novidades “usáveis” para os consumidores. Pulseiras, braceletes, relógios, óculos, anéis, trajes. Os dispositivos que podem ser facilmente acoplados ao corpo estão entre as novidades. Wearable technology: vista essa ideia também na sua empresa como a Intel, Qualcomm, Samsung, LG, Sony… já vestiram. A lista de grandes empresas apresentando novidades nesse segmento é enorme. Além disso, some a essas companhias um grande número de pequenas indústrias, preocupadas em encontrar finalidades ainda mais específicas. Nos da Threesale estamos bem adiantados nesse processo e podemos ajuda-los nesses desenvolvimentos. para os microchips desenvolvidos, faça contato conosco [email protected]

A era de venda em estamos operando, está morta!

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A proposito, mais alguem que pensa como eu tenho dito há mais de 20 anos.

Vem ai: “Vida após a morte das vendas” Como prosperar na Nova Era de Vendas.

A era de vender em estamos operando, está morta, mas o que isso significa para os gerentes de vendas?
Se as vendas mudaram, significa que a gestão de vendas também deve mudar se quiser prosperar nesta nova era de vendas.
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Por exemplo, a geografia hoje raramente é uma barreira para as vendas no ambiente de hoje.
As vendas são processadas por meio de computadores, facilitada através de uma entrega rápida, e financiada por meio de mecanismos que permite detarr ocorrencia de furto de um cartão de crédito.

As barreiras para informações sobre o produto também caíram. O acesso global à informação e à tecnologia disponivel permite que os compradores avaliem as diferenças entre os produtos por conta própria. Estima-se que, em 2020, os clientes vão gerir diretamente 85 por cento das transações de compra sem falar com um ser humano. [O que será do vendedor e do representante comercial que não evoluir?]

Como agir?
Então, o que isso significa para os gerentes de vendas?

As empresas que estão se destacando no ambiente atual, compreenderam três fatores críticos que mudou a gestão das vendas.

Veja se a questão é, ou não é?

1) Um nível mais alto de vendas exigem mais eficiência.

Vendas de nível superior agora exigem um maior nível de eficiência. Por quê? Porque mudanças no (B2B) processo de compra de empresas-para-empresa exigem mais recursos para caçar oportunidades do que no passado. Você pode precisar de uma equipe maior, porque muitas vezes leva mais tempo e ciclos de venda para reunir todas as pessoas e equipes dos seus clientes envolvidas na compra. Você também vai precisar de mais tempo e recursos para reunir insights e informações adicionais para moldar a sua oferta para a sua perspectiva. Tudo isso significa que você deve ser mais eficaz e rigoroso do que no passado. Se você deixar seus vendedores correrem soltos, convidando qualquer um que eles quiserem, você vai ter um rendimento mais baixo, porque há pouca seletividade e sem foco na eficiência. Apertar o filtro e avaliar melhor o mercado para garantir que as oportunidades são altamente qualificadas aumentará a eficácia dos seus vendedores.

2) Gestão das vendas é igual a “Gestão de Portfólio”

No passado, os vendedores tinham um razoável controle sobre o processo de venda. Eles recebiam um território, uma estrutura de preços, as metas e a margem que poderiam atuar, e um conjunto de produtos e serviços que eles podiam oferecer e, em seguida, eram enviados para vender nos seus territórios. Eles foram responsáveis ​​pela gestão do seu território e por produzir resultados. Gestão de vendas desde a supervisão, geralmente ficaram fora do caminho nestes tempos, mas passou. Agora, os vendedores não possuem seus territórios, clientes, prospects, ou linhas de produtos que a empresa faz. Agora é sua responsabilidade como um gerente de vendas olhar para cada representante de vendas, função de vendas e do sistema, e realizar o esforço de marketing não como despesa, mas como um investimento, semelhante à forma como os banqueiros de investimento olham para cada uma das carteiras. É de sua responsabilidade fazer esses investimentos com sabedoria.

3) Margens mais apertadas exigem maiores vendas.

As mudanças econômicas que estão acontecendo são criadas por vários fatores, incluindo a alta competição. Você já deve ter percebido uma maior comoditização de produtos e serviços. Essa pressão está começando a espremer as margens que você pode ter agora, como um dia tiveram. Fundamentalmente, você não é capaz de fornecer o mesmo nível de comissão para os vendedores para pequenas transações. [conquistar um novo cliente custa 5 vezes mais que manter um atual comprando] Então, como você sobrevive neste novo mercado comoditizado? Liderar sua equipe de vendas para conquistar transações maiores é uma tarefa fundamental. Em vez de se concentrar em pequenos negócios, de um só tema ou problemas isolados, sua equipe de vendas terá de ser equipada para resolver problemas maiores como problemas do tipo organizacionais, sistêmicos que afetam o fechamento e a saída do negócio para o seu cliente.

Quer saber mais sobre como crescer nesta nova era de vendas? Chame a gente ou Mantenha-se atento para ler o próximo livro: A vida após a morte da venda: How to Thrive no New Era of Sales. de Tom Searcy.

Se desejar deixe seu contario abaixo.


Quem Somos? Uma organização focada em vendas e ações promocionais e marketing. Conheça também nossos serviços da área de; Exportação, Compra de LotStoks, Crédito, Fusões, Aporte de Capitais entre outros. Rua, Groenlândia, 808 Jardim América – 01434-000 – São Paulo, SP, Brasil – Regional Sul, Florianópolis (48) 3282 9025(48) 8824 1000 – (11) 94806 7372 – 98969-6891 [email protected]www.threesale.com

Radiofrequencia gera eficiência.

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RFID – Radiofrequencia alavanca eficiencia na produção e comercialização de têxteis e outros produtos

Foto: Divulgação Revista Costura Perfeita

Código de barras é coisa do passado. Aliás, há tempos ele poderia estar aposentado, já que desde a década de 1990 existem as etiquetas por radiofrequência (RFID, do inglês radio-frequency identification). Essa tecnologia é muito mais ampla e precisa que o código de barras e permite rastrear o produto durante todo o processo de comercialização – do estoque à venda ao cliente. No entanto, apesar das inúmeras vantagens, só agora a tecnologia está mais acessível ao mercado, especialmente dentro do setor têxtil e confeccionista.

Etiqueta Adesiva

Etiqueta Adesiva

Em agosto do ano passado, a empresa iTag Tecnologia expôs ao público da Febratex sua linha de produtos de radiofrequência. Edson Jaccoud, diretor-executivo da Threesale, e distribuir da iTag, revela como as etiquetas funcionam. “A tecnologia RFID implementada pelo software iTag permite a leitura em lotes e até em caixas fechadas. Isso graças à capacidade que o chip tem de emitir uma frequência de rádio. Assim, a leitura deixa de ser individual, como ocorre no código de barras, e passa ser em lotes. Pode ser feita num carrinho, numa caixa, e assim por diante. Não é preciso escanear cada peça, ou seja, isso elimina horas de operação, espaço, e também o número de pessoas que fazem conferências”, ressalta.

A iTag levou seis anos para ser criada e testar seus sistemas, portanto, ao chegar no mercado, já traz vantagens especiais principalmente para o setor têxtil e confeccionista. “A indústria da moda é considerada uma das mais adequadas para a implementação da Tag-RFID. Isso porque essa tecnologia permite obter informações em tempo real, contagem e validação dos itens apenas passando o leitor nas caixas. Além disso, todo o processo desde a fabricação até a distribuição, incluindo segurança antifurto, está coberto pela tecnologia iTag”, ressalta.

QUEM PODE USAR
A aplicação das etiquetas inteligentes é simples. Elas podem ser adesivas ou costuradas, como explica o diretor da Threesale. “A aplicação da etiqueta inteligente pode ser feita na hora do acabamento. Temos também etiquetas adesivas e costuráveis, ambas com a função de controle de entrada e saída. Existe ainda a possibilidade de adotar a etiqueta em processos de produção para controlar lotes de partes dos produtos, como, por exemplo, controlar tecidos coloridos para que sejam costuradas peças de mesmotingimento”, detalha. A tecnologia está disponível para a indústria, o varejo e o atacado de qualquer segmento. Segundo o diretor-executivo da Threesale, o investimento inicial gira em torno de R$ 20 mil.

Especializada há quase 30 anos em atacado de moda bebê e infantojuvenil, a Brascol adotou a identificação por radiofrequência (RFID) há mais de um ano. Antônio Almeida, superintendente da companhia, diz o que mudou de lá para cá: “Aumentamos o controle geral sobre as movimentações, reduzimos o número de check-outs e diminuímos em 50% o número de operadores. Hoje, conseguimos passar o dobro de mercadorias no mesmo intervalo de tempo. Vamos inclusive ampliar a utilização da tecnologia para outras áreas da empresa”, aposta.

O uso da tecnologia rendeu à Brascol o Prêmio Automação, promovido em novembro pela GS1 Brasil – Associação Brasileira de Automação. O prêmio teve o apoio da iTag.
Ficamos muito orgulhosos com o convite para participar do Global Standards GS1. Com esse prêmio, temos certeza de que estamos no caminho certo. Vamos continuar investindo em tecnologia, inovação e gestão de pessoas”, garante Almeida.

Para mais detalhes, acesse http://promo.threesale.com/case-brascol

PING PONG, MASCULINA DE FASHION WEAR.

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UM RELATÓRIO DA EDIÇÃO DE PING PONG, MASCULINA PITTI IMMAGINE UOMO.


Pitti-Immagine-Uomo

 

Duas vezes por ano, o evento Pitti Uomo gera um fluxo constante de imagens em estilo de rua de homens vestindo ternos apertados, equipados com faixas ou echarpes, gravatas coloridas,chapéu e pulseiras. Diga ‘Pitti’ e imediatamente terá uma imagem na mente de um olhar instantaneamente reconhecível como “dandy” stylish Pitti.

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O Carlin Groupe através dos EXPERT-CARLIN-STYLE: dirigidos por Natalie Weinmann, Diretora do Departamento de Style Menswear, deseja contribuir de forma decisiva, para uma melhor assertividade em suas coleções.

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Desempenho da indústria têxtil e de confecções

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Estudo revela dados sobre desempenho da indústria têxtil e de confecções. Pesquisa mostra que, em 2012, o valor das vendas industriais dos segmentos têxtil e de confecções foi de R$ 46,5 bilhões Redação.

20/06 2013,

O uso da capacidade instalada pela indústria têxtil e de confecções tem se mostrado em níveis superiores a 80%, aliado aumento no número de empregos e evolução de faturamento se opõem a informações recentes de que o setor está vivendo sua maior crise.

Ao contrário, o cenário mostra plena utilização da capacidade instalada e aumento de empregos no setor de confecções nos últimos anos. Mas os baixos índices de investimento em inovação e treinamento para formação e retenção da mão de obra preocupam o grande varejo e ameaçam o atendimento à demanda crescente, penalizando o consumidor final.

É o que mostra um novo estudo elaborado pela FGV Projetos que está sendo apresentado a representantes do governo pela ABVTEX (Associação Brasileira do Varejo Têxtil). “Buscamos com este trabalho uma análise independente e especializada que pudesse mostrar a realidade do setor”, comenta a ABVTEX.

O trabalho intitulado Análise da Estrutura Setorial da Cadeia Têxtil Brasileira e Perfil de Consumo de Artigos de Vestuário mostra que, em 2012, o valor das vendas industriais dos segmentos têxtil e de confecções foi de R$ 46,5 bilhões. Esses dois elos da cadeia empregaram pouco mais de 1 milhão pessoas. No varejo, o nível de emprego em 2012 foi de 670 mil pessoas.

Entre 2007 e 2012, o segmento de confecção apresentou crescimento de 8,9%, sendo que o volume de vendas do varejo de artigos têxteis e de vestuário cresceu 3,9% ao ano em média.

O indicador de utilização da capacidade instalada nos dois segmentos industriais (têxtil e de confecções) revela que o setor trabalha a plena capacidade.

Ressalta-se também que o gasto estimado anual das famílias brasileiras com esses produtos em 2012 foi da ordem de R$ 102 bilhões. Esse valor representou 3,7% das despesas de consumo das famílias, parcela superior aos gastos com itens como medicamentos e eletrodomésticos.

O relatório da FGV exibe os resultados obtidos a partir de séries históricas referentes aos três elos produtivos da cadeia: o varejo e as indústrias que o suprem, têxtil e de confecções.

Nível de emprego na indústria cresce.

Mais um dado surpreendente do estudo da FGV Projetos está relacionado ao nível de emprego da indústria. A análise detalhada mostra que o nível de emprego formal nos três elos analisados no estudo superou em 2012 a marca de 1,7 milhão de postos de trabalho, o que representa 3,7% do total de empregos formais ativos no Brasil neste ano. Destacando apenas o varejo têxtil, os 693 mil empregos ativos em 2012 representavam 10,6% do total de posições formais ofertadas pelo comércio varejista como um todo no país.

Desde 2007, o crescimento médio do emprego no setor foi de 3,6% ao ano, o que resultou na criação de 277 mil novos empregos no período. A dinâmica do emprego em cada um dos segmentos foi bastante distinta.

Gráfico 5.1.1

Evolução anual do emprego na cadeia têxtil brasileira – 2007-2012

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* Estimativa FGV

Fonte: RAIS e Caged / MTE. Elaboração: FGV

O gráfico acima apresenta a evolução do número formal de empregados nos três elos da cadeia têxtil, bem como do emprego total. No setor têxtil, nota-se a estabilização do emprego. Já na indústria de confecção, o crescimento foi de 3,7% ao ano em média e foram criados 123 mil postos de trabalho formais no período. A grande expansão do emprego formal, isto é, com carteira de trabalho assinada, se deu no varejo, com 5,3% de crescimento médio ao ano e a criação de 157 mil postos de trabalho formais.

O estudo nota que o segmento de confecção tem passado por um forte movimento de formalização de sua mão de obra, fato que explica o bom desempenho do emprego com carteira assinada.

PIB Setorial é positivo, mas investimentos não priorizam mão de obra

O PIB da cadeia têxtil em 2012 atingiu R$ 38,3 bilhões e estava distribuído da seguinte forma:

• Fabricação de produtos têxteis: R$ 8,1 bilhões;

• Confecção de artigos de vestuário e acessórios: R$ 9,5 bilhões;

• Varejo de produtos têxteis e de confecção: R$ 20,7 bilhões.

Entre 2007 e 2012, o PIB do setor têxtil caiu 3,4% ao ano em média, já descontada a influência dos preços. No entanto, no segmento de confecção e no varejo houve crescimento de 5,3% e 5% na mesma base de comparação, respectivamente.

A despeito dos resultados, os investimentos do segmento têxtil mostram-se bastante tímidos, somando R$ 1,1 bilhão. Na indústria de confecções, esse número foi de R$ 615 milhões ou 23,3% do total. Já no varejo, o investimento foi de R$ 910 milhões ou 34,4% do total.

A queda no investimento no segmento têxtil tem limitado o acesso à inovação no segmento, uma vez que as empresas desse ramo apontam a aquisição de máquinas e equipamentos como a principal fonte de acesso a novas tecnologias. No ramo de confecção, apesar da importância atribuída ao treinamento como forma de acesso a inovações, os gastos das empresas com esse tipo de atividade ainda é limitado.

Segundo a ABVTEX, a falta de investimentos da indústria em inovação e treinamento de mão de obra são muitos preocupantes e comprometem o futuro da cadeia. Não adianta investimentos em maquinário sem uma mão de obra preparada para utilizar as tecnologias. O componente humano é ainda fator chave nesta cadeia”, informa a ABVTEX.

Importações suprem demanda

O comércio exterior brasileiro de artigos têxteis e de confecção tem sido deficitário nos anos recentes. Esse desequilíbrio chegou a US$ 2,9 bilhões em 2012, sendo US$ 2,2 bilhões referentes a artigos de vestuário e US$ 737 milhões relativos artigos de tecelagem. A alta cambial registrada desde o final de 2011 não alterou a tendência de piora desse saldo negativo.

Especialmente no segmento têxtil, o crescimento das importações tem contribuído para suprir o descompasso entre o crescimento da demanda das famílias e a produção industrial

É importante destacar que o crescimento das importações de têxteis e vestuário está em linha com um movimento mais geral, observado no comércio exterior brasileiro como um todo. Assim, considerando o período 2006-2012, o valor total das importações brasileiras passou de US$ 7,6 bilhões para US$ 17,5 bilhões, o equivalente a um crescimento médio anual de quase 15% ao ano. Ao par disso, as importações de bens de consumo em geral passaram de US$ 997 milhões para US$ 3,2 bilhões, apresentando crescimento médio anual de 22%. Por sua vez, as importações de têxteis e vestuário cresceram 22,6% e 35,3%, respectivamente, no mesmo período.

“Apesar de expressivas, essas taxas de crescimento das importações de têxteis e vestuário cumpriram papel importante no abastecimento do mercado interno brasileiro no período”, destaca a FGV Projetos. Assim, segundo dados da PMC (Pesquisa Mensal do Comércio) do IBGE, entre 2006 e 2012, o volume de vendas do comércio varejista de artigos têxteis, vestuário e calçados cresceu cerca de 5% ao ano em média. Com isso, em 2012, o mercado nacional desses produtos era cerca de 1/3 maior do que no início do período.

Gastos das famílias

Do gasto total das famílias brasileiras com artigos da cadeia têxtil, 45,2% se referem à compra de artigos para mulheres. Seguem-se os gastos com aquisição de roupas masculinas (36,1% da categoria), infantis (17%) e os tecidos e artigos de armarinho (2%).

Regionalmente, os gastos das famílias com artigos da cadeia têxtil concentram-se no Sudeste (46,3% do total). Seguem as regiões Nordeste (20,6%), Sul (18,9%), Norte (7,2%) e Centro Oeste (6,9%).

Considerando os estratos de renda, as famílias com ganhos de até 3 salários mínimos respondem por 16,1% dos gastos com artigos têxteis e de vestuário. As faixas entre 3 e 10 salários mínimos representam 44,2% desse total e aquelas com renda acima de 10 salários mínimos, 39,7%.

Hà um descompasso entre os números do varejo e da indústria. O aumento de renda das famílias e a consequente expansão do mercado consumidor não têm sido acompanhados do crescimento da produção indústria, daí a necessidade de importar artigos de confecções para garantia de abastecimento”, analisa a ABVTEX.

À plena capacidade

Como regra, a utilização da capacidade instalada no segmento têxtil se manteve sempre acima dos 80%.

Gráfico 2.3.3

Evolução da utilização da capacidade instalada – média móvel dos 4 últimos trimestres (2000 – 2012)

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Fonte: FGV

O segmento de vestuário e calçados apresentou uma tendência crescente de utilização da capacidade instalada, de forma que, no final do ano de 2012, estava muito próximo do valor mais alto da série histórica analisada. Esse aumento foi uma resposta do setor industrial ao crescimento do comércio. “A utilização da capacidade instalada superior a 80% por quase todo o período observado nos dois segmentos, indica que o setor apresenta pouca ociosidade e que, portanto, aumentos de produção para responder a elevações da demanda, no curto prazo, poderiam pressionar os preços”, diz o estudo.

Conclusões

O estudo conclui que o setor brasileiro de produtos têxteis e de confecções constitui uma das cadeias produtivas mais importantes da indústria brasileira, tanto por conta do número de empregados quanto pela relevância de seus produtos na atividade do varejo e nos gastos das famílias.

Em paralelo, o crescimento real da renda, sobretudo nos estratos mais pobres, tem garantido forte expansão do comércio. As taxas de crescimento do varejo têxtil e de confecções só têm ficado abaixo da média do comércio em geral por conta do desempenho excepcional de segmentos como o de automóveis, produtos da linha branca e materiais de construção, fortemente estimulados por medidas de desoneração que se intensificaram após o início da crise financeira internacional em 2008.

No segmento de confecção, o estudo conclui que o grande desafio encontra-se na conciliação de ganhos de qualidade, em linha com as exigências dos consumidores finais, com ganhos de produtividade, imposição da concorrência externa. Estes últimos devem resultar da intensificação dos esforços de treinamento de mão de obra e de uma colaboração intensa e contínua com o próprio varejo, canal natural de contato com os consumidores finais. Nesse sentido, é fundamental garantir a continuidade do processo de formalização das empresas de confecção, processo com o qual a atuação responsável das empresas do varejo pode contribuir como fator indutor decisivo.

Por fim, no ramo têxtil, o estudo afirma que é urgente recuperar os níveis de investimento que caíram desde o início da crise internacional. Dado que os diferenciais de salário são francamente desfavoráveis à indústria local em um comparativo internacional, a modernização do parque produtivo surge como mecanismo preferencial de modernização as técnicas produtivas, abrindo espaço para a recuperação dos ganhos de produtividade. Só assim será possível às empresas desse segmento fazerem frente ao desafio competitivo das importações e buscarem elas próprias explorar possibilidades de ganho no mercado internacional.

“As dimensões do mercado brasileiro de produtos têxteis e de confecção permitem explorar as oportunidades de operar em escala. Mas essa vantagem de um mercado interno grande e em expansão deve servir de fundamento para estratégias de internacionalização, não de fechamento. O acesso das famílias brasileiras de maior renda a produtos estrangeiros, sobretudo por ocasião de suas viagens internacionais, deixa explícito o diferencial competitivo entre o mercado brasileiro e muitos mercados internacionais de produtos de vestuário”, afirmam os analistas.

Acesso aos mercados internacionais via exportação e importação, atenção crescente às exigências dos consumidores, treinamento e investimento com ganhos de produtividade. “Essa é a síntese da cadeia brasileira de produtos têxteis e de confecção em um cenário ideal”, destaca a FGV Projetos.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/estudo-revela-dados-sobre-desempenho-da-industria-textil-e-de-confeccoes/78079/

O “pavoneando” mundo Pitti Uomo

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Há muito para ser dito sobre o pavoneando no Pitti Uomo, a feira de moda masculina semestral em Florença, Itália.

Mas nenhum evento no mundo teve um amplo impacto no modo como os homens se vestem e se comportam como o circo em torno da feira Pitti. Duas vezes por ano, o evento Pitti Uomo gera um fluxo constante de imagens em estilo de rua de homens vestindo ternos apertados, equipados com faixas ou echarpes, gravatas coloridas,chapéu e pulseiras. Diga ‘Pitti’ e imediatamente terá uma imagem na mente de um olhar instantaneamente reconhecível como “dandy” stylish Pitti.

O vídeo abaixo mostra o que ‘quente’ nesta temporada entre os ‘homens’ Pitti

Pitti-Paraiso-Pink

A Casa da moda francesa, Dior Homme lançou sua coleção Spring / Summer 2015 lookbook vídeo.
A diretora criativa Kris Van Assche nos mostra uma prévia das ofertas da próxima temporada, que vão desde malhas rodada no pescoço com nervuras para o casaco de lã vermelha, a partir de uma parka para jumpers de cabo de malha, a partir do revestimento de couro para jeans e botas pretas de couro, tudo em tons negrito, vermelhos, amarelos e verdes, além do navy clássico, preto e cinza.
Defina com a melodia de “Ocean Death” por Banheiros, a coleção é mostrada fora contra um céu azul em uma semi-escola como parque infantil. A coleção 2015 Dior Homme Primavera / Verão está disponível em lojas selecionadas.

Para saber o que vai acontecer no proximo verão depois deste, com a antecerência necessária a fazer criações ineditas que diferencia seus produtos dos demais e lhe renda muito mais lucro que os baseados no varejo internacional você precisa do nosso manual e da nossa metodologia.

Assine nossa news e participe dos nossos eventos, você tem a ganhar!

 

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Conferência Carlin, próximas

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Agradecemos a todos que participaram da nossa Conferência Internacional Carlin em São Paulo durante a Premiere Vision.

Se você não pode ir e gostaria de ser convidado para as proximas aproveite a oportunidade de conhecer agora o que irá acontecer nas próximas temporadas enviando um e-mail para [email protected] e pedindo sua inclusão na lista de convidados.

Nestes eventos nos informamos as cores chaves, materiais e estilos para as próximas temporadas. Você vai poder admirar os livros, tocá-los e fazer anotações, confirmar o que você esta desenvolvendo e ainda terá uma oportunidade de trocar experiências comigo e com minha equipe e os demais participantes presentes.

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BÔNUS ESPECIAL PARA INSCRIÇÕES ANTECIPADAS

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